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Geopolítica Internacional afetará fluxo Logístico de Commodities

Publicada em 23/02/2022

  • Geopolítica Internacional afetará fluxo Logístico de Commodities

O mercado de commodities segue aquecido diante do atual quadro geopolítico, com ganhos superiores entre os futuros dos grãos, da soja e de seus derivados negociados na CBOT. As cotações refletiram o aumento das tensões no leste europeu depois que o presidente russo, Vladimir Putin, reconheceu a independência de duas regiões separatistas da Ucrânia na última segunda-feira e disse que enviaria tropas para a área. Repercutindo a decisão, que é vista pelo Ocidente como um primeiro passo para uma invasão total, a União Europeia anunciou um pacote de sanções contra pessoas e entidades diretamente envolvidas no reconhecimento das cidades pró-Rússia. A leitura do mercado sobre este conflito geopolítico é principalmente que essa situação ameaça o fluxo logístico de mercadorias, como trigo, milho e girassol, que são as principais culturas exportadas pela Rússia e Ucrânia, mas também fertilizantes e energia, como petróleo e gás natural. Aqui no Brasil, o destaque é o dólar, que atingiu a mínima de R$ 5,05, ante o real, menor valor em 7 meses, tornando o produto agrícola brasileiro menos competitivo no mercado internacional. Com os preços do milho do Brasil para exportação mais altos que no Golfo dos EUA, por conta também de quebra de safra, a expectativa é que as exportações brasileiras nas próximas semanas sejam mínimas. Enquanto isso, a projeção de produção de grãos no Brasil continua caindo. Ontem, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Epagri) de Santa Catarina anunciou uma quebra de 21,6% da soja, com perdas de 511,6 mil toneladas e produção de 2,004 milhões de toneladas, ante a estimativa inicial de 2,556 milhões de toneladas. Na produção de milho verão, a quebra soma 936,2 mil toneladas, com safra indicada em 1,774 milhão de toneladas, contra estimativa de 2,71 milhões de toneladas. No Paraná, o destaque é o plantio do milho segunda safra, que subiu de 29% para 36%, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral). No milho primeira safra, a colheita atinge 38% da área, ante 26% na última semana. Já a colheita da oleaginosa no estado avançou de 21% para 29%.

Nesta quarta-feira, 23 de fevereiro, a Bolsa de Chicago opera em alta, próximo das 8h30 as principais posições da commoditie oscilavam entre +5,50 e +7,50 pontos.

Fonte: Agronegócios

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